segunda-feira, 31 de agosto de 2009
Na saúde e da doença prometo ser "crazy" por toda a minha vida.
sábado, 29 de agosto de 2009
Ser do Signo da Seta, da Mochila e dos sorrisos de criança

quinta-feira, 27 de agosto de 2009
"Enjoy it - it's your last chance anyhow."
sábado, 22 de agosto de 2009
Quer ser professor? "Regresse à casa de partida"
Ano após ano, escalo o penúltimo degrau para descobrir que durante a subida foram construídos mais alguns. Estou zangada por mudarem constantemente as regras do jogo... Sem qualquer coerência ou método, só porque sim.
A sensação de frustração é a mesma de quando somos miúdos e em jogo de tabuleiro vamos lançando os dados, cumprindo alternando o risco com a segurança e deixando toda a concorrência para trás. Estamos perto do Final com todo o avanço necessário e na ultima jogada caímos na casa que diz "Regresse à casa 24" ou pior "Volte ao Inicio". E voltamos… sabendo que já não vamos ficar em primeiro e lutando para não ficar em ultimo.
Estou cansada e dizem-me que não tenho idade para estar. Não me dizem que não tenho motivos, dizem-me que não tenho idade. A outros dizem que não têm filhos, casamento ou dívidas… A lógica da batata.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Absolute Gravity
sábado, 15 de agosto de 2009
Post agendado
Não há descrição possível do sítio para onde vou. Torga escreveu sobre o Reino do Maravilhoso, este é um reino dentro do reino. O local ideal para assistir às Perseidas. Contemplar o céu nocturno a aceder-se e a ficar todo riscadinho… de tantas estrelas cadentes.
Este ano ao contrário de outros, vou por obrigação. Mas este sitio até nisso é mágico, a ser obrigada a alguma coisa que seja ir passar uns dias aqui. Onde o tempo pára. O horizonte segue para lá da vista. As nuvens são de algodão. E o céu fica à curta distância de um salto.
Quando voltar venho com a decisão sobre o Doutoramento. Se adio-sem-saber-se-algum-dia-volto-a-pegar-em-tal-dor-de-cabeça-que-é-como-quem-diz-se-desisto. Se continuo a dar aulas e sacrificar todos os minutos livres para escrever e ler sobre a tese. Se deixo de dar aulas e assumo o posto de investigadora. Uma das três terá de ser, que me mata esta indefinição…
Mas agora… à hora que entra este post é isto. É nada. O prazer do nada. O prazer da imensidão de um mundo na frente. O prazer de ser uma formiga. Ou melhor, uma cigarra, que é verão.
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
Siddhartha

quarta-feira, 12 de agosto de 2009
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Paixão
Em conversa de cerejal, ouvia hoje alguém falar sobre paixões. Não era esse o termo, paixão, que usávamos. Na verdade nem sei se chegamos a usar algum rótulo. Não gosto muito de rótulos, etiquetas, o que seja. Não gosto de palavras que limitam. Que constroem quatro paredes à volta de ideais, sentimentos, de pessoas… Adiante, falávamos de traços de personalidade, atitudes, ideais… Cair e levantar. Ser pisado nos calos e falar, gritar ou calar.
É certo que sempre sou (ou assim acredito) a pessoa calma e ponderada. Aquela que indica o melhor caminho e explica o porquê. Que aponta os prós e os contras de seguirmos o que realmente temos de fazer por vezes em oposição ao tom de como o queríamos fazer. Sempre o sou, mas com os outros.
Comigo permito-me o meu maior luxo. Poucas foram as palavras que por amor, ódio, gratidão ou orgulho ficaram por dizer. Nenhumas as batalhas que ficaram por lutar. Sempre segui para a batalha em campo aberto ou ingenuamente em emboscada. Fosse com armas ou em mãos nuas. Lutar ou morrer. Mas sempre de coração cheio. É este o meu maior luxo, o de fazer tudo por inteiro, com uma paixão imensa.
Com o tempo, que é diferente da idade, e com as feridas, já não abrimos tanto o peito às balas. Já não saímos de mãos nuas. E dificilmente caímos em emboscadas (sem ter plano de recurso). Mas será sempre um bom sinal se continuarmos a sofrer de idealismo, quimera, generosidade, humildade, altruísmo, se continuarmos a sofrer paixões intensas. Mesmo que isso diminua os convites e conta bancária e aumente os sorrisos amarelos. Porque há as coisas só fazem sentido por inteiro e nunca por metade. E quem somos e a luta por tudo aquilo que defendemos, conquistamos e amamos são algumas delas. Queira eu. Possa eu.
