Quase todos nos lembramos daquela dor terrível da adolescência, em que aquela pessoa, naquele dia, não nos disse Olá. Em que se sentou noutra mesa, com outras pessoas, e não na nossa. Depois crescemos e aprendemos (apenas) a disfarçar melhor. Que o coração, esse continua a querer saltar do peito e a não voltar, nunca mais.
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